A Visão Cristã de Felicidade

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A visão cristã da vida é que nascemos para nos desenvolvermos, nos santificarmos e, então, seguirmos para o outro mundo. O homem é bom e mau.

 Tem virtudes e defeitos. A má ação é o pecado. O pecado básico é o desamor, em suas várias formas. Os sete pecados capitais são desvios de tendências naturais do ser humano. Como exemplo, a exacerbação da sensualidade é a luxúria. A proposta dos dez mandamentos tinha a intenção de que o homem fosse para a terra que lhe fora prometida e lá fosse feliz e prosperasse. A lei máxima é o amor a Deus e ao semelhante (virtudes/força), o permanente apelo ao perdão e à misericórdia (não permitir que o sol se coloque sobre nossos ressentimentos). Buscar a gratidão: dai graças sem cessar. Viver sempre contente (emoções positivas). Fé, esperança (o futuro feliz) e caridade (o presente feliz).

A união com Deus conduz a todo um projeto de vida: o respeito ao próximo, à natureza e à sobriedade, o equilíbrio, a paz e a mansidão. O ancião cristão é sábio, é equilibrado e é feliz. A valorização do matrimônio como encontro sagrado de dois seres que se fundem em uma só carne. O livre arbítrio como condição imutável. O homem deve escolher. Pessoalmente, entendo que só percebemos Deus, como diz São Paulo, como que por um espelho, pois, se o conhecêssemos inteiramente, já não teríamos como escolher, já que sua magnificência impediria que escolhêssemos. A sua presença se imporia, subjugando-nos.

Da maneira como vivemos, devemos a cada dia escolher, exercer e ampliar nossa liberdade. A presença do Espírito Santo em nosso coração abre-nos perspectivas imensas. Como o Evangelho foi apresentado há 2.000 anos, não poderia ter sido feito de maneira científica, pois, se assim o fosse, talvez ainda não fosse compreensível hoje. Mas suas verdades não podem ser contestadas pela psicologia. Ele é coerente e perfeito em suas prescrições, válidas para todos os tempos. E a nova lei, que confirma a antiga, diz: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amo”. E a medida do seu amor: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos” (Jo. 15, 12-13).

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